Carmen Saenz (Audemars Piguet Ibéria): “Quebrar as regras é uma obrigação”

Carmen Saenz (Audemars Piguet Ibéria): “Quebrar as regras é uma obrigação”

Carmen Saenz é a nova responsável da Audemars Piguet Ibéria. De sorriso fácil e de uma elegância extrema, Carmen Saenz encarna na perfeição o seu novo cargo; um desafio exigente, à frente de uma marca plena de história no mundo da alta relojoaria.”Quebrar as regras é uma obrigação”, diz sobre a “sua” marca, uma paixão antiga e a realização de um sonho.

Meticulosa por estilo e de olhar vivo e sempre atento aos pormenores, Carmen Saenz é um nome bem conhecido do mundo relojoeiro nacional. Durante mais de uma década a trabalhar numa das marcas do Grupo Richmont (a Cartier), e com uma larga experiência no mundo da relojoaria e joalharia, a actual número 1 da Audemars Piguet Ibéria é também uma mulher de outros “sabores”, outros gostos e preferências.

Recorda “O Conde de Monte Cristo” de Alexandre Dumas, como o seu livro de referência, enquanto ouve Bach, ou Nora Jones, reservando os Maná (uma banda mexicana de rock latino y pop rock) para agitar os momentos de ócio. Assume como sua virtude o ser “comunicadora” e como defeito, “cabezota” (cabeça dura, ou alguém que dificilmente muda de opinião), viajando sempre que pode como hobby.

Tem no Mediterrâneo o seu “amor”, e um grande fascínio pela Ásia, estando por fazer uma viagem à Índia como sonho de viajante. Rendida às artes, Carmen Saenz não hesite em eleger “As Meninas” de Diego Velasquez como obra de referência do barroco clássico e Pablo Picasso, como o seu “cubista” preferido.

Balança de signo e viciada em sapatos, Carmen Saenz, não se desliga so seu Ipad e assume-se como uma fã do Iphone: não sendo adicta às novas tecnologias, é uma “espectadora” do mundo “facebook”, de “instagram” e twitter”: tal como refere: “gosto de viver a vida, não de a ver em ecrãs de computador”. Agora tem o coração dividido entre um BMW ou um Jaguar que terá de escolher, já que o sonho… esse, já o realizou: “Dirigir a Audemars Piguet é mais que um sonho”. Vejamos o seu olhar sobre o mundo actual da relojoaria:

 

(Saiba mais na edição Nº 32 da CHRONOS do tempo, brevemente nas bancas)

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