Vhils desenha “Tempus Fugit” para a Topázio

Vhils desenha “Tempus Fugit” para a Topázio

“Tempus Fugit” é o nome da peça desenhada por Vhils para a Topázio. Apresenta-se assim completa a coleção de 14 peças desenhadas por 14 diferentes autores com o intuito de celebrar os 140 anos da marca.

A peça projectada por Vhils é uma reinterpretação integral do singular Jarrão D. João V, constituindo um objecto autoral em forma de caveira, criado através da sobreposição de várias camadas horizontais unidas à mesma distância. “Contrapondo o dramatismo e exagero lírico característicos do barroco com a simplicidade das linhas puras de inspiração contemporânea, esta peça pretende fazer sublinhar a dimensão transitória do ciclo da vida, apresentando-se como um memento mori moderno capaz de induzir a contemplação e reflexão, reduzindo os conceitos de excepcionalismo, luxo e beleza mundana a um denominador comum de pendor simbólico. A peça propõe-se assim como um objecto exclusivo de inspiração contemporânea, ressaltando o primor e o carácter único da produção de linha artesanal e artística”, fundamenta o autor.

A exposição, intitulada “Topázio – 140 Anos de Prata”, é composta também pelas peças desenhadas por Joana Vasconcelos, Nuno Baltazar, Didier Faustino, Dino Alves, Sam Baron, Fernando Brízio, Marco Sousa Santos, Dino Gonçalves, Nini Andrade Silva, Cristina Santos e Silva, Rodrigo Oliveira, Teresa Lundahl e Toni Grilo.

“Esta abertura às mais diversas formas de arte, que todas estas peças representam, é o reflexo do caminho que a Topázio quer seguir, não perdendo a sua base tradicional, mas tendo os olhos postos na arte urbana, nas tendências emergentes, no design e na decoração do futuro”, explica Rosário Pinto Correia, administradora da Topázio

A inauguração da exposição teve lugar no Museu da Misericórdia do Porto, local onde a coleção de 14 peças vai permanecer disponível para visita até ao dia 4 de janeiro de 2016.

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